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Hugo Motta

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Hugo Motta
Image
Motta em 2025
113.° Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil
Período1.º de fevereiro de 2025
até a atualidade
Vice-presidentesAltineu Côrtes (1.º)
Elmar Nascimento (2.º)
Antecessor(a)Arthur Lira
Deputado Federal pela Paraíba
Período1.º de fevereiro de 2011
até a atualidade
Legislaturas54.ª legislatura
55.ª legislatura
56.ª legislatura
57.ª legislatura
Dados pessoais
Nome completoHugo Motta Wanderley da Nóbrega
Nascimento11 de setembro de 1989 (36 anos)
João Pessoa, PB, Brasil
ProgenitoresMãe: Ilanna Motta
Pai: Nabor Wanderley
Alma materUniversidade Católica de Brasília
Prêmio(s)
PartidoMDB (2005–2018)
Republicanos (2018–atualidade)
Religiãocatólico[2]
Profissãomédico

Hugo Motta Wanderley da Nóbrega (João Pessoa, 11 de setembro de 1989) é um médico e político brasileiro, filiado ao Republicanos. É o presidente da Câmara dos Deputados, desde fevereiro de 2025, e deputado federal pelo estado da Paraíba, desde fevereiro de 2011.[3][4][5][6]

Biografia

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Primeiros anos e formação acadêmica

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Filho de uma tradicional família com vínculos na política da Paraíba, Hugo nasceu em João Pessoa, capital do estado.[7] É filho do também político Nabor Wanderley que esteve envolvido em investigações de improbidade administrativa e corrupção, principalmente relacionadas às suas gestões na prefeitura de Patos, Paraíba. Um empresário o acusou de receber propina, embora Wanderley tenha negado as acusações e atribuído as alegações a um suposto interesse eleitoral.[8] As investigações focaram em irregularidades em contratações de obras e preveem prejuízos de R$ 4,9 milhões aos cofres públicos.[9]

Seu avô paterno, Nabor Wanderley da Nóbrega, foi prefeito do município de Patos,[10] no interior da Paraíba, entre os anos de 1956 e 1959.[11] Já seu avô materno, Edivaldo Motta,[12] foi cinco vezes deputado estadual da Paraíba e teve dois mandatos como deputado federal.[13] Sua avó materna, Francisca Motta, foi deputada estadual da Paraíba em seis mandatos, além de ter sido eleita prefeita de Patos no pleito de 2012.[14][15]

Seu pai, Nabor Wanderley, foi prefeito de Patos,[16] por dois mandatos consecutivos, ocupando o cargo de 2005 até 2012.[17] Foi eleito deputado estadual em 2014.[18] Retornou ao cargo de prefeito de Patos após ser eleito para novo mandato em 2020, sendo reconduzido ao cargo no ano de 2024.[19][20]

Iniciou seus estudos em medicina na Faculdade de Medicina Nova Esperança, em João Pessoa, no ano de 2007.[21] Ao mudar-se para Brasília, em 2011, transferiu o curso para a Universidade Católica de Brasília (UCB), onde formou-se em 2013.[11][21]

Carreira política

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Ingressou na política em 2005, ao se filiar ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro. Em seguida, foi o deputado mais jovem da história do país ao se eleger, aos 21 anos, nas eleições estaduais de 2010 com 86 150 votos, para o cargo de deputado federal pela Paraíba.[22][23]

No ano de 2014, foi reeleito para sua vaga na Câmara dos Deputados do Brasil pela Paraíba. Próximo de Eduardo Cunha, fez parte da "tropa de choque de Cunha", a qual integravam os deputados de maior proximidade do então presidente da Câmara dos Deputados.[24][25][26] Votou a favor da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Em 2015, Motta presidiu a CPI da Petrobras.[25][27] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[28] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[28][29] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal (MPF).[28][30]

No ano de 2018, deixou o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), após treze anos filiado no partido para filiar-se ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), atual Republicanos.[31] No novo partido, foi eleito pela terceira vez ao cargo.[32] Em 2022, foi reeleito para um quarto mandato, alcançando a maior votação no estado.[33]

Foi escolhido por Arthur Lira para ser o candidato à sua sucessão ao cargo de Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil,[34][35] no pleito de 2025.[36][37][38] Foi eleito à presidência da Câmara em 1.º de fevereiro de 2025, com 444 dos 513 votos.[39]

Participou como representante oficial do Estado brasileiro na missão diplomática para o Japão e Vietnã.[40]

Em julho de 2025, foi alvo de críticas após o Congresso Nacional tornar sem efeito um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que aumentava a alíquota do imposto sobre operações financeiras (IOF) para empresas, previdência privada de alta renda e câmbio,[41][42][43] enquanto Lula afirmou que Motta descumpriu um acordo ao pautar a derrubada do decreto.[44] Em resposta, Motta criticou a polarização política e afirmou não ser verdadeira "a narrativa que está sendo construída, de que o Congresso protege os ricos em detrimento dos pobres"

Uma pesquisa realizada pela Atlas/Bloomberg e divulgada no dia 28 de agosto de 2025, mostrou que Hugo Motta teve uma das piores avaliações entre os líderes políticos do Brasil. De acordo com o levantamento, 77% da população brasileira vê Motta de forma negativa, 15% das pessoas não souberam opinar e 8% disseram que têm uma imagem positiva dele.[45]

Em 27 de novembro de 2025, Hugo Motta entrou na Justiça Federal da Paraíba com um processo para a retirada de outdoors contra a Proposta de Emenda Constitucional n.º 3/21, a denominada PEC da Blindagem, e teve o pedido negado pela Seção Judiciária da Paraíba do TRF-5. Os outdoors, instalados pelo Sindicato dos Trabalhadores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Paraíba (Sintefpb), mostravam fotos do próprio Hugo Motta com frases como "Eles votaram sim para proteger políticos que cometeram crimes" e foram espalhados pelas cidades de Campina Grande e Cajazeiras, no estado da Paraíba.[46]

Posições políticas

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Hugo Motta tem sido descrito como de centro[47] ou de centro-direita, particularmente por ser filiado ao Republicanos, um dos partidos que constituem a base do Centrão.[48] Indicado por Arthur Lira para comandar a Câmara dos Deputados no biênio 2025-2026 e eleito para a presidência da instituição por parlamentares de um amplo espectro político (do PT ao PL),[49] sua gestão tem sido marcada por atitudes contraditórias,[50] o que, segundo analistas, revelam não somente inexperiência (embora esteja em seu quarto mandato como deputado) como fraqueza política.[49][50]

Motta presidiu a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (2014-2015), e três comissões especiais: Desestatização da Eletrobras (PL 9463/2018), Proteção à saúde e ao meio ambiente (PL 5013/2013), e Zona Franca do semiárido nordestino (PEC 19/2011). Desde 2023, é líder do Republicanos.[51]

Teve seis propostas convertidas em leis, das quais a principal de sua autoria é a Emenda Constitucional 82, que "incluiu a segurança viária no capítulo destinado à segurança pública". Em conjunto com outros parlamentares, sua principal proposta aprovada foi o perdão para partidos políticos que não cumpriram com a cota mínima para candidatos pretos e pardos (EC 133).[51]

Política interna

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Hugo Motta faz parte de uma dinastia política nordestina cujas origens remontam ao período do Brasil Colônia. Seu grupo familiar é influente a nível local (Nabor Wanderley, prefeito de Patos, PB, e pai de Motta), estadual (a avó de Motta, Francisca Motta, deputada estadual na Paraíba) e federal (o próprio Motta, presidente da Câmara dos Deputados).[48][52]

Motta foi relator da CPI da Petrobras em 2015, onde pediu o indiciamento do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff. No governo de Michel Temer, votou favoravelmente à PEC do Teto dos Gastos e da reforma trabalhista de 2017.[52]

No governo Bolsonaro, votou contra a Reforma da Previdência, contrariando a orientação do Partido Republicano Brasileiro.[53] Em 2020, foi relator da "PEC do Orçamento de Guerra" (EC 106), que aprovou verbas emergenciais para o combate à pandemia de COVID-19.[54]

No terceiro mandato de Lula, conduziu a derrubada do veto presidencial à desoneração da folha de pagamento (Projeto de Lei 334/23), assegurando o pagamento do subsídio até o final de 2027.[55] Motta aprovou a PEC da Blindagem, contra supostos excessos cometidos pelo judiciário contra parlamentares. Após críticas, defendeu-se afirmando que "temos deputados sendo processados por discursos na Tribuna, temos deputados sendo processados por uso das redes sociais".[56]

Saúde pública

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Embora Hugo Motta evite fazer declarações públicas sobre temas politicamente controversos, em relação ao aborto declarou que o assunto não é prioritário para a Câmara, e que a pauta estaria sendo usada apenas por quem está "pensando em jogar para a plateia, em jogar para seus eleitores".[57]

Política externa

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Na imposição de tarifas pelo governo Trump, Motta defendeu o uso da diplomacia e de uma solução negociada para a taxação sobre produtos brasileiros.[58] Depois que as tarifas foram derrubadas pela Suprema Corte dos Estados Unidos e Trump impôs novas tarifas globais de 15%, Motta anunciou que estaria criando uma comissão especial para acelerar a tramitação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul.[59]

Desempenho eleitoral

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Ano Eleição Partido Cargo Votos % Resultado Ref
2010 Estaduais na Paraíba PMDB Deputado Federal 86 150 4,88% Eleito [60][61]
2014 Estaduais na Paraíba 123 686 6,39% Eleito [62][63]
2018 Estaduais na Paraíba PRB 92 468 4,65% Eleito [64][65]
2022 Estaduais na Paraíba Republicanos 158 171 7,13% Eleito [66][67]

Vida pessoal

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É casado com Luana Medeiros Motta, com quem tem dois filhos.[68]Em 23 de janeiro de 2025, menos de uma semana de Motta assumir a presidência da Câmara, a empresa da esposa de Hugo Motta, a Medeiros & Medeiros Ltda, adquiriu um apartamento avaliado em R$5 000 000,00 no mercado de João Pessoa, porém a compra foi registrada no valor de apenas R$125 mil. A empresa Medeiros & Medeiros Ltda, aberta em 20 de fevereiro de 2019, é uma matriz do tipo Sociedade Empresária Limitada que está situada em João Pessoa. Sua atividade econômica principal é Aluguel de imóveis próprios.[69]

Referências

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  12. Díaz, Rachel (12 de agosto de 2025). «A vida pregressa dos familiares de Hugo Motta». Revista Oeste. Consultado em 23 de novembro de 2025
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  16. «MPF move ação por corrupção em obras da prefeitura do pai de Hugo Motta | Radar». VEJA. Consultado em 23 de novembro de 2025
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Ligações externas

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