TV Gazeta
Logotipo da estação desde 2026 | |
| Tipo | rede de televisão comercial generalista |
|---|---|
| País | Brasil |
| Área de transmissão | mais de 400 municípios brasileiros em 2023[1] |
| Sede | São Paulo, Brasil |
| Programação | |
| Idioma | português |
| Formato de imagem | 1080i HDTV |
| Propriedade | |
| Proprietário | Fundação Cásper Líbero |
| Principais pessoas | Juliana Algañaraz (superintendente geral)[2] |
| Canais irmãos | Gazeta FM |
| História | |
| Lançamento | 25 de janeiro de 1970 |
| Nomes anteriores | CNT Gazeta (1995–2000) |
| Ligações | |
| Website | tvgazeta |
| Disponibilidade [1] | |
| Terrestre | |
| Digital | |
| Satélite | |
| Sky | 575 |
| Star One C3 | Banda C: 3883 MHz @ 5833 ksps, horizontal[3] |
| TVRO Sky Brasil-1 | 11[a][4][5] |
| TVRO Star One D2 | Banda Ku: 11940 MHz @ 29900 ksps, horizontal (canal 11)[b][6][7][8][9] |
| Vivo TV | 227 no satélite Intelsat 34 252 no satélite Amazonas |
| Cabo | |
| Amigo TV | 20 e 320 |
| Cabo Telecom | 137 |
| Claro TV+ | 21 e 521 em São Paulo |
| Vivo Play Fibra | 528 |
| Transmissão online | |
| Website | tvgazeta |
| Zapping | 11 |
A TV Gazeta é uma estação de televisão generalista brasileira da cidade de São Paulo pertencente à Fundação Cásper Líbero (FCL) que constitui ainda uma rede de afiliadas. Sua programação é composta por telejornais, programas esportivos e de variedades, além de destinar faixas horárias para a Igreja Universal do Reino de Deus e atrações de televendas.
A FCL começou a desenvolver a TV Gazeta durante a década de 1950 atendendo ao desejo de seu patrono, o jornalista Cásper Líbero, falecido em 1943, de investir em televisão, manifestado ainda em 1939, quando, em um período onde o veículo não havia chegado ao Brasil, solicitou um canal ao governo federal. Após um longo processo marcado pela perda de outorgas para transmissão e por atrasos em sua montagem, a estação foi inaugurada em 25 de janeiro de 1970, data do aniversário de São Paulo.
A primeira década da TV Gazeta foi marcada por seu pioneirismo tecnológico ao investir na transmissão integral de sua programação em cores, tendo seus profissionais auxiliado na adesão ao novo sistema em outras estações pelo Brasil e em sua inauguração oficial na Argentina, além de uma rápida primeira experiência na formação de uma rede nacional. Nos anos 1980 foram destaques as parcerias com a TV Globo para a construção de uma nova torre de transmissão compartilhada e com produtoras independentes para movimentar e renovar sua grade.
Na década de 1990 a TV Gazeta firmou um acordo de afiliação com a Rede OM Brasil, posteriormente Central Nacional de Televisão (CNT), que possibilitou a exibição nacional de alguns de seus programas. Com o fim da parceria, em 2000, a estação novamente investiu em um projeto de rede nacional. Na década de 2010 a emissora enfrentou crises financeiras que ocasionaram recorrentes cancelamentos de atrações e demissões em massa de funcionários.
História
Idealização
A origem da TV Gazeta remonta a 1939, quando o jornalista Cásper Líbero solicitou ao governo brasileiro uma concessão para operação de televisão em São Paulo, a primeira do país, inspirado em experimentos com o meio na Inglaterra.[10] Antes de morrer em um acidente aéreo, em 1943, Cásper deixou em um testamento que seus empreendimentos — o jornal A Gazeta e a Rádio Gazeta —, bem como futuros investimentos, integrassem uma fundação, pelo qual foi instituída no ano seguinte a Fundação Cásper Líbero, que, entre a criação de outros veículos, seguiu com a idealização de uma estação televisiva.[11]
Em 1950 a FCL recebeu via decreto federal o canal 2 de São Paulo, posteriormente perdido para a futura TV Cultura, que viria a ser inaugurada em 1960. Um novo canal, o 11, foi outorgado em 1959, porém, por motivos políticos e pelo atraso na montagem da estação, chegou a ser transferido para a TV Continental, do Rio de Janeiro, pelo presidente Juscelino Kubitschek pouco antes de encerrar seu mandato, em 1961, tendo seu sucessor Jânio Quadros revogado a decisão.[12] Paralelamente, em 1958 a FCL iniciou a construção do que viria a ser o Edifício Gazeta, no número 900 da avenida Paulista, em um terreno pertencente a Cásper, para concentrar a operação de seus veículos, o que incluiu a instalação da futura TV Gazeta e de sua torre de transmissão.[13]
Inauguração e primeiros anos
Na tarde de 23 de junho de 1969, último dia do prazo para sua instalação, a TV Gazeta iniciou sua primeira transmissão experimental com slides de São Paulo à noite ao som da canção "Sá Marina", interpretada por Wilson Simonal.[14] A inauguração oficial ocorreu na noite de 25 de janeiro de 1970, aniversário de 416 anos da capital paulista, com imagens do alto do Edifício Gazeta acompanhadas por uma locução de Honoré Rodrigues, que leu um texto com datas que marcaram os veículos da FCL e uma homenagem a Cásper Líbero.[15] Ao fim da cerimônia de lançamento, foi exibido um filme sobre a missão espacial Apollo 11, cedido pela NASA.[16]
A TV Gazeta firmou uma parceria com o Grupo Frical, de Octávio Frias de Oliveira e Carlos Caldeira Filho — proprietários da Folha de S.Paulo, que já haviam liderado uma revitalização nos jornais da FCL e auxiliado na criação da estação —, para a montagem de sua programação, ao passo que foram contratados profissionais e adquiridos equipamentos da TV Excelsior, anteriormente mantida pelo grupo, cuja outorga havia sido cassada pelo governo brasileiro por dificuldades financeiras em setembro de 1970.[17][18] A parceria, que ampliou a pequena equipe da emissora,[19] possibilitou ainda sua transmissão pela TV Rodoviária, primeira televisão em circuito fechado do país, criada pelo Grupo Frical.[20]
Em 1972, dispondo de novos equipamentos que substituíram os da TV Excelsior,[21] a TV Gazeta obteve autorização do Ministério das Comunicações para que, a partir de 14 de março, o programa Vida em Movimento, apresentado por Vida Alves, fosse a primeira atração transmitida regularmente em cores no Brasil antes do início oficial do novo sistema.[22] O crédito que a estação obteve com a experiência levou o governo a procurar por sua equipe para gravar os discursos do ministro Higino Corsetti e do presidente Emílio Garrastazu Médici em cores devido a empecilhos com seus próprios equipamentos.[23] As filmagens compuseram o pool da inauguração da transmissão colorida nas emissoras brasileiras, em 31 de março.[24]
Pela qualidade dos equipamentos, profissionais da TV Gazeta foram convocados a auxiliar na implantação da transmissão colorida em outras estações pelo Brasil,[25] chegando também a inaugurá-lo na televisão da Argentina, em 1975, com o Festival de Folclore Ibero-americano, promovido pela Organização das Telecomunicações Ibero-americanas e gerado pela estação para 52 países, inclusive o Brasil.[26]
Em agosto de 1977 a TV Gazeta instituiu sua primeira rede nacional, composta por mais de vinte estações de diversos estados do Brasil, entre as quais uma repetidora própria instalada em Santos, no litoral de São Paulo, além de ser cogitada a disputa pela concessão da TV Rio, no Rio de Janeiro, cassada naquele ano. A rede, no entanto, foi desformada no ano seguinte, pois a FCL considerou seus gastos desnecessários perante a saúde financeira dos outros veículos.[27] A emissora seguiu apenas com a sucursal santista,[27] encerrada nos anos 1980.[28]
Anos 1980 e 1990
Em dezembro de 1982 a TV Globo adquiriu os direitos de transmissão da Corrida Internacional de São Silvestre, organizada pela FCL e transmitida pela TV Gazeta desde sua inauguração, por quinhentos mil dólares, ficando responsável por sua cobertura nacional em acordo vigente desde então.[29] Em abril de 1983, após dois anos e meio de obras,[30] foi inaugurada no alto do Edifício Gazeta a Torre Cásper Líbero,[31] construída e instalada pela TV Globo através de um convênio firmado com a estação paulistana, em que ficou acordada a utilização da estrutura por ambas para a emissão de seus sinais,[32] com a TV Globo posteriormente tornando-se inquilina.[30]
Neste período, iniciado em 1983, a TV Gazeta firmou parcerias para faixas de programação independentes: a Abril Vídeo, produtora da Editora Abril, usufruiu de horários noturnos diários para atrações generalistas dentro do São Paulo na TV;[33] a Gazeta Mercantil, logo após os programas da Abril, exibia noticiários sobre economia;[34] e o jornalista Goulart de Andrade chegou à emissora levando, além de suas matérias de variedades, jovens videomakers da produtora Olhar Eletrônico, que contribuíam com liberdade para experimentação.[35]
Em março de 1992 a TV Gazeta passou a atuar em conjunto com a Rede OM Brasil, nova cadeia nacional gerada de Curitiba. O acordo, firmado em novembro de 1991, estabeleceu, além da retransmissão da Rede OM durante o período noturno, a exibição nacional de programas produzidos pela estação paulistana.[36] No decorrer do ano dificuldades financeiras da rede resultaram na demissão de mais cem funcionários da emissora.[37] Em 1993 a rede teve seu nome alterado para Central Nacional de Televisão para se desassociar do envolvimento de seu proprietário José Carlos Martinez com PC Farias, tesoureiro da campanha eleitoral de 1989 do ex-presidente Fernando Collor de Mello que emprestou dinheiro em nome de laranjas para a compra da TV Corcovado, sua filial no Rio de Janeiro.[37][38] Posteriormente a TV Gazeta chegou a ser identificada como CNT Gazeta.[39]
Século XXI
Em junho de 2000, contrária à expansão da CNT pelo interior paulista por conta própria,[40] a TV Gazeta encerrou a parceria com a rede e começou a investir em sua cadeia nacional de emissoras.[41] O início oficial deu-se em janeiro de 2001 com a adesão da TV Itatiaia, de Belo Horizonte, à sua programação.[42] Em 2002 uma crise financeira causou o encerramento da central de produção da estação, suspendendo atrações da linha de shows, e um corte de 27% do quadro de funcionários,[43] em sua maioria recontratados depois.[44] Em dezembro de 2007 a TV Gazeta iniciou, juntamente às principais emissoras de São Paulo, sua transmissão em sinal digital, representando a inauguração do sistema no Brasil, embora não tenha sido convidada para a cerimônia de lançamento, transmitida pelos canais em um pool com representantes do governo federal.[45][46]
Entre o fim dos anos 2010 e o início dos anos 2020, sob desfavorável situação financeira, a TV Gazeta promoveu recorrentes demissões em massa de profissionais e cancelamentos de programas.[47] Em 2025 uma ampla reestruturação começou a ser realizada nos setores da emissora — desde toda a cúpula diretora à programação — com o objetivo de renovar sua imagem.[48]
Programação
Na primeira década da TV Gazeta, um dos destaques de sua programação foi o Clarice Amaral em Desfile. Criado em 1970, o programa de variedades feminino apresentado por Clarice Amaral, oriunda da extinta TV Excelsior, deteve tamanho prestígio que sua duração foi ampliada gradualmente — de uma a quatro horas diárias —, além de ter sido o primeiro da televisão brasileira a contar com merchandising, até então restrita a novelas.[49] Ainda em 1970 a estação estreou o Mesa Redonda Esportiva, inicialmente exibido de segunda a sexta, que contava com profissionais do esporte da Rádio Gazeta.[50] No decorrer dos anos o programa chegou a possuir outros nomes, como Onze na Copa e Onze nos Esportes,[50] até que em 1985, já veiculado apenas às segundas, foi transferido para os domingos, estando no ar até os dias atuais como Mesa Redonda.[51] Seu formato de debates influenciou produções do meio esportivo de outras emissoras pelo país.[51]
Em 1980 o Clarice Amaral em Desfile tornou-se Mulheres em Desfile, recebendo a apresentação de Ione Borges e Claudete Troiano.[52] A dupla, que ficou conhecida como "as parceirinhas",[53] esteve no comando até 1996, quando seu nome já havia sido modificado para Mulheres,[54] permanecendo na grade até atualmente.[55] Ainda na década de 1980 as parcerias com a Abril Vídeo e Goulart de Andrade reforçaram a programação da estação com atrações experimentais, revelando, entre outros profissionais, Fausto Silva, vindo do rádio com o Perdidos na Noite, cujo êxito o fez se transferir para a TV Record.[35] Entre 1987 e 1988 o TV Mix, inicialmente dirigido por Fernando Meirelles, estreou ocupando a toda a faixa matinal apoiado em um formato com improvisos e imediatismo para o público jovem.[56] Apesar da baixa audiência,[57] seus elementos serviram para a composição da grade da "TV Desindexada", em 1989,[58] que propôs uma programação alternativa com atrações exibidas em horários distintos dos padrões que outras estações utilizavam, sem visar atingir grandes índices de audiência.[59]
A década de 1990 da TV Gazeta foi marcada pela projeção nacional de suas atrações, como o Mulheres, através da parceria com a Rede OM/CNT.[60] Um dos destaques deste período foi o Hugo, primeiro programa interativo da televisão brasileira, em que o público infantil movimentava o personagem-título do jogo através dos botões dos telefones, em um sistema desenvolvido na Dinamarca.[61] Nos anos 2000 a crise que fez a estação demitir seus profissionais em massa gerou uma divisão de receitas complementares através de televendas; assim, surgiu o BestShop TV, programa que anunciava produtos eletrônicos em lojas virtuais e foi base para a tríade de atrações comerciais Gazeta Imóveis, Gazeta Motors e Gazeta Shopping, com exibição por toda a grade até hoje.[62][63]

Na década seguinte foi destaque o Núcleo de Criação, departamento formado por estudantes da Faculdade Cásper Líbero responsável por movimentar a grade da TV Gazeta com programas e séries destinados ao público jovem. Instituído em 2011, foi encerrado em 2016 por redução de custos.[64][65]
Em 2026 a programação diária da TV Gazeta é composta ainda por Gazeta News (em duas edições), Fofoca Aí, Gazeta Esportiva e Jornal da Gazeta — todos concentrados entre a tarde e o início da noite. Faixas matinais e noturnas são locadas para a Igreja Universal do Reino de Deus.[63]
Notas e referências
Notas
Referências
- 1 2 «TV Gazeta Business». TV Gazeta Business
- ↑ Bárbara Sacchitiello (5 de setembro de 2025). «Juliana Algañaraz é a nova superintendente da TV Gazeta». Meio & Mensagem
- ↑ «Lista completa de frequências do satélite Star One C3». Portal BSD. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «TVRO SKY». Portal BSD. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «Lista de canais - Sky B1». Elsys. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «Lista completa de frequências do satélite Star One D2». Portal BSD. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «Canais». Siga Antenado. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «PORTAL BSD - TVRO». Portal BSD. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ «Lista de canais - Star One D2». Elsys. Consultado em 8 de maio de 2025
- ↑ Francfort (2010), pp. 37 e 38.
- ↑ Francfort (2010), pp. 41–43.
- ↑ Francfort (2010), pp. 53–56.
- ↑ Francfort (2010), p. 44.
- ↑ Francfort (2010), pp. 65 e 66.
- ↑ Francfort (2010), pp. 73–77.
- ↑ Francfort (2010), p. 82.
- ↑ Elmo Francfort (23 de novembro de 2001). «Uma TV no meio da Paulista». Sampa Online. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2022
- ↑ Francfort (2010), p. 62.
- ↑ Francfort (2010), p. 101.
- ↑ Francfort (2010), p. 63.
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- ↑ «Rede Globo completa 40 anos de transmissão da Corrida de São Silvestre». Surto Olímpico. 30 de dezembro de 2022. Consultado em 25 de fevereiro de 2026
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- ↑ «TV Gazeta demite 80 funcionários e extingue programas». Folha de Londrina. 2 de setembro de 2002
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- ↑ Francfort (2010), pp. 380 e 381.
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- ↑ Ver:
- Mauricio Stycer (8 de novembro de 2017). «Gazeta terceiriza produção de programa de ofertas e demite 40 funcionários». UOL TV e Famosos
- Mauricio Stycer (5 de novembro de 2018). «Gazeta promove cortes e demite cerca de 25 no departamento de jornalismo». UOL TV e Famosos
- Lucas Pasin (30 de junho de 2023). «TV Gazeta promove demissões em massa e acaba com programa». UOL
- ↑ Sandro Nascimento (25 de janeiro de 2026). «TV Gazeta completa 56 anos enfrentando mudanças radicais». Natelinha
- ↑ Francfort (2010), pp. 113, 115 e 117.
- 1 2 Francfort (2010), p. 172.
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- ↑ «Mulheres». TV Gazeta
- ↑ Francfort (2010), p. 311.
- ↑ Francfort (2010), p. 317.
- ↑ Francfort (2010), p. 335.
- ↑ Francfort (2010), pp. 335 e 337.
- ↑ Francfort (2010), p. 340.
- ↑ Francfort (2010), pp. 369 e 370.
- ↑ Francfort (2010), pp. 394–396.
- 1 2 «Grade de Programação». TV Gazeta
- ↑ «2011». Fundação Cásper Líbero. 21 de janeiro de 2011
- ↑ Daniel Castro (17 de outubro de 2016). «TV Gazeta demite funcionários e corta programas 'jovens'». Notícias da TV
Bibliografia
- Francfort, Elmo (2010). Av. Paulista 900: A História da TV Gazeta (PDF). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. 432 páginas. ISBN 9788570608215. Arquivado do original (PDF) em 11 de março de 2025